Post atualizado em 2026 depois que voltamos a essa cidade linda!
Sempre quis conhecer a Argentina e seus inúmeros lugares incríveis, mas acabava sempre colocando outros destinos como prioridade. A única vez que tínhamos colocado os pés lá foi numa ida até o Duty free de Puerto Iguazú em nossa viagem para Foz do Iguaçu mas nem chegou perto de sentirmos o gostinho desse país incrível tão pertinho da gente!
Nas nossas últimas férias, por conta de adequação das férias do marido com as minhas, tivemos que replanejar todos os nossos planos previstos pois teríamos que adiantar o período. Tínhamos 15 dias para escolher um destino e planejar toda a viagem. Foi uma correria.
Fizemos uma busca rápida em passagens em promoção no período que iríamos e um dos vôos mais vantajosos era para Buenos Aires (melhor até mesmo que a maior parte dos destinos brasileiros). Aproveitei que teríamos mais ou menos 9 dias para a viagem e fiz uma simulação para ver se daria pra combinar Bariloche e Buenos Aires na mesma viagem e o valor alterou muito pouco. Então, ficamos 5 dias em Bariloche e 4 em Buenos Aires e amamos a nossa escolha!

Nesse post eu vou contar tudo sobre o nosso roteiro nesse lugar incrível que é Buenos Aires e se quiser saber também nosso roteiro por Bariloche basta clicar aqui.
Então vamos começar:
Como chegar em Buenos Aires?
Existem 2 aeroportos em Buenos Aires que você pode utilizar para chegar na cidade: o Ezeiza, que é maior mais fica há uns 45 minutos da parte central de Buenos Aires e o Aeroparque, que é menorzinho mas que fica há uns 20 minutinhos de lá. Nessa viagem fomos primeiro a Bariloche (clique aqui para saber como foi nosso roteiro por lá) e depois para Buenos Aires. Nosso vôo de chegada foi pelo Ezeiza e o vôo da volta para o Brasil foi pelo Aeroparque. Achamos os dois aeroportos muito bons.
Vale a pena alugar carro em Buenos Aires?
Quem me conhece sabe que sou a maior defensora de aluguel de carro pois eu e marido somos o casal mais freestyle que existe em viagens. Adoramos fazer nosso roteiro por conta própria e não depender de agência. Mas existem diversos lugares no mundo que permitem que você faça o seu roteiro sem precisar de carro e Buenos Aires é um desses lugares (assim como Santiago, Paris, Londres). O metrô é super eficiente para te levar praticamente em todos os pontos. E para aqueles em que o metrô não chegava, utilizamos o Cabify e Uber e correu tudo super bem. Inclusive, chegamos em Buenos Aires quase meia noite vindo de Bariloche pois nosso vôo da Aerolíneas Argentinas atrasou demais (se estiver voando por essa companhia vá viajar sem muita expectativa com horário, ela não foi pontual em nenhum vôo), e conseguimos pegar o Cabify sem nenhum problema.
Dica: Como vimos relatos sobre alguns motoristas de taxi desonestos por lá, optamos por só andarmos de transporte de aplicativo para não nos desgastarmos. Cadastramos nosso cartão internacional da Wise lá e deu tudo certo.

Sobre o metrô: na primeira viagem compramos o cartão SUBE e íamos fazendo recargas para utilizar. Mas agora em 2026 as catracas já aceitam cartão de crédito por aproximação no celular. Então nem utilizamos o SUBE.
Seguro viagem é obrigatório em Buenos Aires?
Não. Até o momento (2026) não é obrigatório, mas como quem já me acompanha por aqui sabe, não recomendo realizar nenhuma viagem internacional sem um seguro viagem. E não só por questões de saúde, mas dependendo da cobertura que você escolher ele pode cobrir até malas em caso de extravio.
Sempre fazemos nosso seguro usando o site da Seguros Promo onde você consegue encontrar várias seguradoras e definir a melhor cobertura com base na sua viagem. Na minha última viagem a Disney passei mal e precisei acionar o seguro da Travel Assist que fiz pela Seguros Promo e fui super bem atendida. Além disso, a experiência que temos com a Seguros Promo é sempre boa em relação a atendimento. Já tivemos que remarcar viagem e eles sempre nos auxiliariam em todas as etapas. E vocês sabem como sou chata com questão de atendimento. Só indico aqui no blog as empresas que eu uso.
Onde se hospedar em Buenos Aires?
Fizemos várias buscas para escolher o melhor lugar para nos hospedarmos pois em Buenos Aires existem muitas opções. Não queríamos ficar no Centro pois todo Centro de cidade grande costuma ser um deserto a noite e nos finais de semana e em Buenos Aires não é diferente. Então ficamos em dúvida entre a Recoleta e o Palermo Soho e escolhemos Palermo pois era bem mais alternativo, com bons restaurantes e lojas próximas e uma vibe muito legal para um footing noturno, que vocês sabem que a gente adora.

Como não estaríamos de carro escolhemos um hotel que ficasse pertinho da área mais legal e movimentada do bairro e ao mesmo tempo que fosse perto do metrô. Escolhemos o Bens L’hotel Palermo. O hotel é super bonitinho, com um café da manhã bom e funcionários muito educados. O quarto é pequeno e precisa de algumas melhorias no banheiro mas nada que tenha atrapalhado a nossa estadia. Além disso, ele ficava bem pertinho da área badaladinha mas sem que o barulho atrapalhasse nosso sono.
Na nossa segunda viagem em 2026 optamos por ficar em um airbnb e escolhemos o mesmo bairro. Amamos o Palermo Soho para nos hospedar.

Dicas gerais dadas, agora vamos para o nosso roteiro.
O que fazer e onde comer em Buenos Aires?
Chegamos em Buenos Aires vindo direto de Bariloche bem tarde, pois nosso vôo era na parte da tarde e chegaríamos para jantar lá, mas a Aerolíneas Argentinas, como em todos os outros vôos dessa viagem atrasou horrores, e chegamos depois de meia noite. Então perdemos a primeira noite em Buenos Aires.
Dia 1- Nosso primeiro dia em Buenos Aires era um domingo, então não poderíamos deixar de curtir a famosa Feira de San Telmo. Pegamos o metrô mais próximo do nosso hotel em Palermo Soho e descemos na estação Independência. Caminhamos primeiro até a famosa Estátua da Mafalda que estava com uma fila de mais de 50 pessoas para tirar foto. Lógico que não ficamos lá perdendo tempo apenas para isso. Foi suficiente ver a estátua e tiramos uma fotinho dela de longe mesmo.

Já tinha uma feirinha rolando por ali. Ficamos passeando por toda a feira vendo os diversos artigos incríveis, passando pela famosa Rua Defensa, onde ficam alguns antiquários, brechós famosos e Galerias muito legais (aliás, ainda que você visite os grandes museus vale muito a pena entrar nas galerias pequenas dessa rua) até chegar no Mercado de San Telmo.

Aproveitamos para conhecer as diversas lojinhas e antiquários do mercado e paramos para almoçar. Escolhemos um lugar que estava preparando carnes na parrilla, o Puesto 53 e esperamos um pouquinho até conseguir uma mesa (que no domingo é difícil se você não chegar cedo, o lugar estava lotado). O prato estava ótimo.
Na nossa segunda viagem voltamos 2 vezes ao Mercado de San Telmo. Uma foi no domingo, pois fomos novamente na feirinha e feirinha de antiguidades e aproveitamos para comer lá. E voltamos outro dia para almoçar em um dia de semana e gente, parecia outro lugar. Se você quiser conhecer a feirinha vale a pena ir ao Mercado no domingo, mas se você quiser escolher um lugar para comer com calma, sem precisar selecionar apenas o que tem mesa liberada é legal ir em um dia de semana também. Dessa vez comemos um choripán no famoso La Choripaneria, que tem várias opções de sanduíches de linguiça diferentes. Também comemos o Choripán do Hierro Parrilla San Telmo, bom também. Comemos empanadas no El Hornero (Boas demais!!!!) A loja Dulce de Leche, que tem uma unidade dentro do mercado, pra mim é uma das melhores para comprar alfajor. É um alfajor mais artesanal. O de chocolate é uma delícia. Para comprar alfajores, ali perto do Mercado tem uma loja do Lucciano’s, uma sorveteria maravilhosa que já tínhamos conhecido no Uruguai. Os alfajores de sabores normais do Lucciano’s não achamos nada de mais, mas eles estavam com 2 especiais: de pistache e de frutas vermelhas. Deliciosos!!!!!!

Saímos de lá e fomos até a famosa Plaza Dorrego onde acontece a Feira de antiguidades. Garimpei uns itens incríveis por lá enquanto estava rolando um showzinho de tango na praça. Adorei a região, principalmente porque por conta das feiras de domingo estava super movimentado, as lojinhas eram incríveis e tinha alguns restaurantes e cantinhos que pareciam bem legais também. Lembre-se que para estar lá enquanto rolam as feirinhas você precisa ir no domingo.

Saímos da praça e fomos na Galeria Solar de Frenchi, um cantinho bem bonitinho que descobrimos passeando por ali e que tinham algumas lojinhas bem bonitinhas também.

Na nossa segunda viagem descobrimos uma galerinha muito bonitinha, a El viejo Patio de San Telmo que não tínhamos visto na primeira que era um charme. Cheia de lojinhas e com uma arquitetura lindíssima. Vale muito a pena a visita.


Saímos de lá já no final da tarde e voltamos para o Palermo Soho para curtir a vibe noturna do bairro que estávamos. As lojinhas, que são incríveis ali na região, já estavam fechadas mas todos os restaurantes já estavam abertos e movimentados. Passeamos por todas as ruas e ainda emendamos a caminhadinha até Palermo Hollywood (que estava menos movimentado). Voltamos para Palermo Soho e decidimos tomar um cafézinho tardio no Pani, que tinha um cenário lindíssimo. Acabamos não jantando nesse dia.

Dia 2- Dia de fazer o tour clássico por Buenos Aires. Começamos pegando o metrô para ir direto ao Obelisco que já estava lotado quando chegamos. Aliás, quando chegamos no centro vimos que tinham vários lugares fechados e descobrimos que era feriado. Ainda bem que pelo menos os pontos turísticos estavam todos abertos. Tinha uma fila para tirar foto no Obelisco e é lógico que não ficamos nela. Não perdemos tempo em filas em ponto turístico. Ficamos num cantinho na lateral que permite uma foto tão linda quanto para quem não quer gastar tempo de passeio em filas desnecessárias.

Na nossa segunda viagem fomos na Avenida Corrientes pertinho do Obelisco a noite no dia do aniversário de 90 anos do Obelisco. Estavam rolando vários shows no dia, o Obelisco iluminado e vimos que a Avenida Corrientes a noite fica com um toque de Times Square. Vários teatros, restaurantes iluminados. Adoramos o passeio. Entramos na Galeria Paseo la Plaza que é muito lindinha e vale a visita. Tomamos um sorvete na famosa Cadore que vale a pena todo o hype. O sorvete de doce de leite é maravilhoso.

Saímos dali e fomos caminhando até a Livraria El Ateneo e demos uma paradinha na escadaria que colocaram do outro lado da rua do Obelisco com uma vibe meio Times Square e que tem uma vista bem legal para o Obelisco também.

Chegamos na El Ateneo e ficamos por lá pelo menos umas 2 horas. Eu amo livrarias e essa era lindíssima. Comprei um livrinho da Mafalda e saímos para almoçar.

Escolhemos o famoso El Club de la Milanesa para experimentar a famosa milanesa argentina.

De lá, fomos até a Rua Florida, o “Saara” de Buenos Aires com suas diversas lojas, lanchonetes e vendedores ambulantes. Caminhamos até as Galerias Pacífico, que vale a visita de tão linda ainda que você não compre nada nas suas lojas de grife.

De lá caminhamos até a famosa Casa Rosada e já estávamos pertinho do Puerto Madero para finalizar nosso dia.


Caminhamos por lá, escolhemos um lugarzinho para tomar um sorvetinho de doce de leite, atravessamos a famosa Puente de la Mujer e apreciamos a vista desse lugar lindo mesmo sem o pôr do sol.
Nessa nossa segunda viagem fomos a Puerto Madero a noite e amamos passear por lá. Fica tudo iluminadinho, a ponte bem movimentada e os restaurantes funcionam deixando o clima bem gostosinho.

(Voltando ao roteiro da primeira viagem) Voltamos para Palermo Soho e fomos tomar café no famoso Paul French. O lugar é super bonitinho e tem uma loja de decoração, lojinha de chá e um food truck de cafezinho. Tomamos café e adoramos, mas depois fomos na lojinha de decoração e tem um monte de itens lindos!

Passeamos pela região e depois fomos escolher um lugar para jantar e queríamos escolher um lugar aleatório sem muita indicação da internet e encontramos o Mercado Soho, um lugar com uma vibe super legal com várias opções gastronômicas. Comemos uma pizza maravilhosa e finalizamos nosso dia. Infelizmente esse mercado fechou e em 2026 quando voltamos ele já não estava mais funcionando.

Dia 3 – Pedimos um Cabify no hotel para irmos até o Caminito. (Não tem metrô lá perto. E já tínhamos sido avisados, até mesmo por argentinos, que o melhor era descer exatamente no ponto principal de lá e não ficar perambulando pos ruas desconhecidas e pouco movimentadas por lá). Mal descemos do carro e já fomos abordados pelos dançarinos de tango. Agradecemos e não deixamos eles nos puxarem para dançar e informamos que não queríamos foto. Eles foram bem respeitosos.
Bom, caminhamos pela rua até o ponto principal do Caminito que é praticamente o Cartão postal de Buenos Aires. Caminhamos um pouco pelas ruazinhas famosas ali no entorno, visitamos as lojinhas, compramos mais alguns alfajores (doce de leite já tínhamos comprado em San Telmo) e fomos nas galerias.

Encontrei pessoas incríveis por lá, conversei com alguns artistas (inclusive uma brasileira que trabalhava numa galeria fotográfica) e trouxemos um quadro de recordação. Amei o lugar. Pode até ser “perigoso”como dizem, mas curti as pessoas, o atendimento, as lojinhas e até os artistas de rua (que a maioria das pessoas nos deram tantas recomendações de cuidado) eram bem respeitosos quando dizíamos que não queríamos fotos e nem danças. Se não quiser pagar para dançar e tirar fotos basta fazer o mesmo. Mas vimos várias pessoas que curtem a experiência se divertindo com eles. Então, se quiser fotos com eles acredito que o ideal é apenas perguntar quanto eles estão cobrando antes para não ser pego de surpresa. Dizem que alguns enrolam os turistas e depois que tiram a foto cobram caro.
De lá fomos caminhando até o Estádio do Boca Juniors por uma rua bem movimentada. A gente até queria visitar o Museu mas a fila estava gigante e ainda queríamos fazer muita coisa nesse dia. Então só fomos conhecer a loja e pegamos o Cabify para ir até a Recoleta. O tour pelo estádio não estava funcionando, infelizmente, porque amo fazer os tours de estádios de futebol.

Descemos na Recoleta perto do famoso Café La Biela que é praticamente um ponto turístico (vários famosos já foram vistos lá). Mas usamos apenas como referência porque não queríamos almoçar lá não, pois nos avisaram que era o típico pega-turista: caro e com comida razoável.
Almoçamos uma massinha no La Parollacia (a gente já não aguentava mais comer carne…hehe…desde Bariloche comendo carne).Saímos dali em direção a Floralis Genérica, mas no caminho fomos atraídos pelo Centro Cultural Recoleta. Ficamos quase 1 hora por lá! Amei! Muito mais que um local onde se “exibe arte”, é um lugar onde se compartilha arte. Sinceramente, acho que todos os museus deveriam ser assim. Vi grupos de dança e contribuí um pouco com minha dança também, desenhei num espaço aberto pra isso e também vi algumas exposições.

Saímos de lá e continuamos o caminho até a Floralis Genérica. Que monumento lindo. Se quiser e tiver tempo ali perto também fica o MALBA, o Museu de Belas Artes, mas não fomos até ele.

De lá caminhamos até o famoso Patio Bullrich, um shopping super bonitinho e aproveitamos pra fazer umas comprinhas gastronômicas (temperinhos, azeites) no Bon Marché.
De lá voltamos para o Palermo e fomos conhecer o Distrito Arcos, um outlet com marcas famosas e também marcas argentinas, a céu aberto, bem lindinho. A ideia nem era comprar nada, mas conhecer o lugar que tem vários foodtrucks bem legais. Comemos um canolli de pistache delicioso em um deles, inclusive. Passeamos um pouco por lá e voltamos para a parte principal do bairro para jantar.

Comemos uns petiscos no Pibä pertinho do hotel que, inclusive, tinha um espetinho de camarão apimentado maravilhoso.
Dia 4- Dia de partir, então nem considerei muito esse dia no roteiro pra vocês. Fizemos check-out cedo no hotel, deixamos nossas malas na recepção e fomos fazer nosso último passeio. Conhecemos mais algumas lojinhas ali no Palermo, inclusive a De Vanguardia que era uma mistura de brechó com multimarcas argentinas que eu amei. Comprei uns itens de casa, e umas roupinhas. Atualmente (atualização em 2026) a De Vanguardia está no Outlet Distrito Arcos e não mais ali no Palermo.

Compramos os últimos presentes pra viagem e finalizamos tomando um cafézinho no La Panera Rosa. Dali partimos para o aeroporto felizes de finalizar essa viagem linda e incrível que teve neve (em Bariloche), paisagens incríveis e muita comida boa.

Voltamos em 2026 em Buenos Aires para uma viagem bem mais lenta e com menos pontos turísticos mas com algumas dicas bem legais de outros lugarzinhos para visitar que não conhecemos em nossa última viagem. Então bora para os lugarzinhos que conhecemos nessa nova viagem.
Bosque do Palermo e Rosedal – No primeiro dia de viagem a gente queria um lugar para dar uma corridinha e fomos até o Rosedal de Palermo. Conhecemos esse lugar lindo que não tínhamos conhecido na última viagem e corremos ali em volta do lago. Muita gente usa os bosques de Palermo para praticar atividades físicas. Fomos tomar um sorvetinho no Lucciano’s do Distrito Arcos, um polo gastronômico ali perto do Rosedal. Depois fomos caminhando pela região para conhecer. Ali perto tem o Jardim Botânico, o Jardim Japonês, o Lago de Regatas (não fomos nesses outros 3 mas se quiser são vários lugares lindos. O Jardim Japonês só achamos o ingresso um pouco caro).


Reserva Ecológica de Buenos Aires – Não acho que seja um lugar imperdível, mas se você tiver uns dias sobrando vale a pena conhecer. Espaço com bastante área verde bom para caminhadas e corridinhas. Se você fizer uma das trilhas (que são terreas) pode chegar até um local onde os argentinos fazem piquiniques com vista para o Rio de la Plata. Mas se não quiser caminhar tanto você pode fazer a trilha mais curta que vai só até as pontes que já é lindo. Se fizer a caminhada vá com roupas leves e tênis. Nesse dia a gente não tinha planejado ir até lá, mas como estávamos perto acabamos aproveitando e indo, mas não estávamos com os melhores calçados para caminhada hehe. Mas fizemos mesmo assim.


Outros restaurantes que visitamos nessa segunda viagem e não citei no roteiro:
La Condesa Grill e Pasta – Em Palermo Soho. Comemos o menu do dia e estava tudo delicioso. Tanto a massa que eu pedi de prato principal quanto a carne na parilla que meu marido pediu estavam muito bem feitos. Agora, o destaque vai para o crepe de doce de leite de sobremesa. Bom demais! Fica em Palermo Soho.
La Boqueria – Restaurante clássico pra comer uma carne na parrilla. Tudo que pedimos estava muito bom. Ótimo atendimento e não era superfaturado. Se não quiser ficar com “cheiro de defumado” na roupa é melhor sentar na área externa hehehe. Fica em Palermo.
Cosi mi piace – Maravilhoso. Ambiente lindo, pizzas finas, com recheios deliciosos, atendimento bom e sobremesas maravilhosas. Também em Palermo.
Além disso visitamos um monte de cafeterias maravilhosas, mas não caberiam nesse post, então fiz um post especial só sobre elas. Clique para ver: 10 cafeterias em Buenos Aires que valem a pena conhecer.
Vale a pena ir a cidade de Tigre na Argentina?
Nessa última viagem como tínhamos mais tempo aproveitamos um dia para conhecer essa cidadezinha super perto de Buenos Aires. Pegamos o metrô até a estação Retiro e lá fomos até o acesso para pegar o Trem da Linha Mitre até Tigre. Compramos a passagem por lá mesmo e nem precisamos usar o SUBE. Compramos um bilhete avulso.

Ao chegar em Tigre você já verá a ponte de onde saem os passeios para o Delta do Tigre. Como já chegamos na parte da tarde optamos por fazer outras coisas. Mas dizem que o passeio é ótimo. Normalmente dura em torno de 1 hora e você consegue ver os ribeirinhos da região.
Queria muito começar o roteiro conhecendo o Museu de Tigre, pois além das exposições no seu interior ele tem um terraço com uma linda vista pra cidade. Mas como fomos em um dia de feriado nacional ele estava fechado. Então passeamos ali no entorno da ponte dos cadeados onde vimos algumas casas dos ribeirinhos (mesmo sem fazer o passeio) e fomos direto almoçar. Aliás, se você quiser colocar um cadeado na ponte tem um quiosques por ali mesmo onde você pode comprar e gravar o nome do casal nela.

Almoçamos no Almacén de Tigre, um restaurante fora da zona turística com uma comidinha caseira deliciosa. Destaque para a limonada da casa que era ótima. O restaurante fica numa pequena vila com algumas lojinhas e um brechó muito bonitinho.

Atravessamos a rua e vimos uma galeria super fofa com uma cafeteria muito bonitinha. Ficamos de voltar nela no final de dia antes de voltarmos para Buenos Aires.

De lá fomos passear no Puerto de Frutos, o lugar mais famoso de Tigre. O local é cheio de lojinhas de artesanato e muitas lojinhas de souvernirs. Vale muito a pena passear por lá. Compramos algumas lembrancinhas da viagem nas lojinhas de lá. A loja da Havanna ali perto é ótima para assistir ao Pôr do Sol em Tigre se conseguir uma vaguinha em uma das mesas da beirada da ponte. Tinham algumas mesas liberadas quando chegamos, mas a gente optou por assistir ao pôr do sol em pé mesmo na beiradinha pra irmos tomar café depois lá na cafeteria em frente ao restaurante Almacén, que falei antes.


Ali pertinho do Puerto de Frutos tem um Cassino e o famoso Parque de la Costa. O Parque estava fechado no dia, mas de qualquer forma não daria tempo de conhecer pois a gente queria tempo para passear mais livremente e o parque cobra ingresso para passar o dia. Se quiser conhecer acho que valeria a pena separar um dia pra isso. Eles tem algumas montanhas russas e atrações típicas de parques de bairro. Acho que seria uma experiência muito legal, uma pena não termos mais um dia para isso. Já o Cassino a gente não liga muito então nem fizemos questão de ir lá, mas se quiser, fica tudo ali pertinho. Dá pra ir do Puerto de Frutos para eles a pé.
Tomamos café lá na cafeteria que vimos no início do dia, a Petit Pasteleria Artesanal e de lá voltamos para estação de trem para voltarmos para Buenos Aires.

Achei que valeu super a pena a nossa ida. A cidade é pequena mas muito bonitinha e estava bem movimentada por conta do feriado. Não sei se durante a semana ela estaria com todas as lojas e restaurantes abertos então talvez seja legal visitar em um final de semana, de preferência, em algum dia que o museu esteja funcionando.
Espero que tenham curtido nosso Roteiro por Buenos Aires e se quiser ver também nosso roteiro por Bariloche é só clicar aqui.
Para acompanhar nossa próximas viagens me siga no instagram @priscilajardim_

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