Sabe aquele lugarzinho com clima ameno, romântico, que alinha um centro bem servido de boas lojas e bons restaurantes e paisagens de tirar o fôlego a menos de 1 hora de distância do centro principal? Esse lugar é Bariloche. Eu já sabia que iria gostar dessa viagem mas confesso pra você que me surpreendi demais com o quanto essa viagem foi fantástica!

Sempre quis conhecer a Argentina e seus inúmeros lugares incríveis, mas acabava sempre colocando outros destinos como prioridade. Porém, em nossas últimas férias, por conta da adequação das férias do marido com as minhas, tivemos que replanejar todos os nossos planos previstos pois teríamos que adiantar o período. Tínhamos 15 dias para escolher um destino e planejar toda a viagem. Foi uma correria.
Fizemos uma busca rápida em passagens em promoção no período e um dos vôos mais vantajosos era para Buenos Aires (melhor até mesmo que a maior parte dos destinos brasileiros). Aproveitei que teríamos mais ou menos 9 dias para a viagem e fiz uma simulação para ver se daria pra combinar Bariloche e Buenos Aires na mesma viagem e o valor alterou muito pouco. Então, ficamos 5 dias em Bariloche e 4 em Buenos Aires e amamos.
Nesse post eu vou contar tudo sobre o nosso roteiro nesse lugar incrível que é Bariloche e se quiser saber nosso roteiro também por Buenos Aires basta clicar aqui.
Então vamos começar:
Dicas gerais de Bariloche
Como chegar em Bariloche? O aeroporto de Bariloche fica a mais ou menos 30 minutos do Centro Cívico de carro (15 kilômetros). Do Rio de Janeiro não tinha vôo direto para lá, então pegamos um vôo da Aerolíneas Argentinas com conexão em Buenos Aires. Os dois vôos são muito rapidinhos. Foram em torno de 2h30 do Rio até Buenos Aires, mais ou menos 1 hora de conexão e depois mais 2h30 de Buenos Aires até Bariloche.
Vale a pena alugar carro em Bariloche? Fomos em Agosto para lá, um período em que você ainda consegue pegar bastante neve na cidade mas sem pegar as pistas tão cheias de neve. Então, depois de muito pensar, como somos um casal que prefere fazer seus passeios por conta própria sem ter que ficar na mão de agências de viagem para definir nossos roteiros, optamos por alugar. Alugamos o carro, fizemos o seguro completo dele e ainda alugamos as correntes para colocar nas rodas do carro (caso nevasse muito e fosse necessário). As correntes são alugadas por fora pelas locadoras mas recomendamos muito alugar se estiver indo pra lá no inverno ou em algum período com previsão de nevasca (para a sua segurança) e principalmente recomendamos que vocês assistam vídeos na internet de como colocar, pois a locadora explica muito rapidamente quando entrega o carro.
Se você estiver indo num período com previsão de muita neve vale a pena avaliar se deseja ou não alugar carro caso não tenha experiência em dirigir na neve, colocar correntes etc. As pistas ficam muito escorregadias e principalmente nas subidas dos cerros pode ser bem perigoso. Se esse fosse o nosso caso teríamos optado em reservar passeios e transfers com agências mesmo não sendo muito do nosso agrado.
Mas, no período que fomos, não estava prevista nevasca (apesar dela ter acontecido nos últimos 2 dias), e as pistas já estavam um pouco mais secas. Se estiver indo num período em que as pistas estarão mais secas, sem previsão de nevasca, então recomendo demais alugar o carro, sempre.
Nós sempre alugamos com a rentcars, onde podemos pagar em reais aqui mesmo no Brasil e já ir com tudo certinho para o destino, inclusive os seguros, ou você também pode optar em pagar no local. (verifique a disponibilidade no site de acordo com as opções sugeridas pelas locadoras.)
Seguro viagem é obrigatório em Bariloche? Não. Até o momento (2023) não é obrigatório, mas como quem já me acompanha por aqui sabe, não recomendo realizar nenhuma viagem internacional sem um seguro viagem. Principalmente, num destino como Bariloche em que muitas pessoas optam por fazer atividades na neve, o que sempre traz consigo algum risco.
Nós não só fizemos o seguro viagem internacional como incluímos a cobertura para atividades radicais. Nós não tínhamos nenhuma intenção de esquiar, mas como iríamos fazer atividades como skybunda e talvez pilotar a bicicleta de neve, preferimos deixar o seguro todo certinho.
Sempre fazemos nosso seguro usando o site da Seguros Promo onde você consegue encontrar várias seguradores e definir a melhor cobertura com base na sua viagem. Até hoje não precisamos acionar nenhuma seguradora (graças a Deus), então não sei dizer aqui qual a melhor em caso de sinistro. Mas, a experiência que temos com a Seguros Promo é sempre boa em relação a atendimento. Já tivemos que remarcar viagem e eles sempre nos auxiliaram em todas as etapas. E vocês sabem como sou chata com questão de atendimento. Só indico aqui no blog as empresas que eu uso.
Onde se hospedar em Bariloche? As ofertas de hospedagem são inúmeras e vão depender muito do estilo de viagem que você deseja. Você pode se hospedar numa cabana no meio da neve, em pousadas românticas mais distantes do centro, ou pertinho do centro cívico. Quem nos conhece sabe que somos muito adeptos ao “footing noturno” em nossas viagens. Adoramos nos hospedar em locais que nos permitam passear a noite a pé, que esteja próximo a tudo, principalmente se a gente fizer um roteiro em que mais ficaremos passeando do que dentro do hotel.
Em Bariloche optamos por ficar perto do Centro Cívico pela praticidade mesmo. Lojinhas e restaurantes próximos, feirinha de artesanato, loja para aluguel de roupa de neve etc. Como tivemos que planejar tudo bem em cima da hora quase não tinham mais hotéis disponíveis no centro. Além disso, vimos que a maioria deles era bem antigo, com atendimento duvidoso, com várias reclamações e preços altíssimos na alta temporada. Então, optamos por ficar em um airbnb pertinho da Rua principal e amamos.

Qual moeda levar para a Argentina? Nós optamos por diversificar para termos opção do que usar. Levamos um pouco de reais em dinheiro, um pouco de dólares, o nosso cartão da Wise internacional que sempre usamos nesses casos e que usa uma cotação muito próxima do famoso “câmbio blue” argentino (mas que infelizmente ainda não é aceito em todos os estabelecimentos) e também fizemos câmbio pela Western Union (que também faz um câmbio bom). Muitas pessoas reclamam da Western Union por conta das filas mas até que não tivemos muitos problemas. Toda vez que uma fila estava muito grande numa loja, ou diziam que não tinha dinheiro, nós procurávamos outra mais próxima e sempre dava certo. Mas, realmente existem períodos em que os destinos estão mais cheios e acaba sendo um perrengue. Então, nossa dica é fazer como fizemos: diversificar. Não coloque todo o dinheiro que você vai levar apenas na Western Union e também não faça transferências altas demais que dificultem o saque em lojas pequenas. Vimos várias pessoas que não conseguiam sacar porque iam de loja em loja e nenhuma loja tinha o valor total que eles depositaram, e a western union só permite sacar o valor total da remessa, sem particionar. Ou pior ainda, algumas pessoas chegavam na loja assim que abria e sacavam o dinheiro todo que a loja tinha e deixavam outros brasileiros na fila sem ter como sacar (pense nos outros também, viu?). Sacar em remessas menores também é melhor pois o peso argentino tem muita nota. Então as vezes você transfere 500,00 reais e sai de lá com um bolo enorme de dinheiro na mão. Eu sei que as vezes é chato ter que perder tempo da viagem tendo que ir em Casa de Câmbio, mas tente programar pra fazer isso em dias mais livres, na parte da manhã assim que as lojas abrirem. Para vocês terem uma ideia na nossa viagem de 9 dias totais (Bariloche + Buenos Aires) fomos na Western Union 3 vezes: 2 em Bariloche e 1 em Buenos Aires, isso considerando que conseguimos usar bastante o cartão da wise em grande parte dos estabelecimentos também.
Dica extra: Você será abordado na sua viagem inteira pelos famosos “arbolitos” que ficam gritando câmbio nas ruas e as vezes até te abordam diretamente. Ouvimos histórias de gente que foi completamente enrolada por essas pessoas (até com notas falsas) e também ouvimos pessoas dizerem que conseguiram fazer câmbio tranquilamente. Mas nós não gostamos de nada que esteja em desacordo com nossos critérios de segurança e também integridade. Nós nunca fazemos câmbio com ninguém na rua em lugar nenhum do mundo por esses dois motivos e eu também recomendo que você não se arrisque desnecessariamente.
Dicas gerais dadas, agora vamos para o nosso roteiro.
O que fazer em Bariloche?
Vou compartilhar aqui nosso roteiro exatamente como fizemos.
Primeiro dia – Nosso vôo saiu de madrugada do Rio e chegamos as 10h da manhã em Bariloche. Era pra termos chegado mais cedo, mas nunca vi uma companhia área tão enrolada com horários quanto a Aerolíneas Argentinas. Todos os nossos vôos atrasaram muito. Enfim, assim que chegamos pegamos o carro e fomos direto para o Airbnb. Deixamos nossas coisas lá e saímos para almoçar e já conhecer o centrinho.
Almoçamos num restaurante italiano muito bonitinho e com pratos ótimos, o LItaliano Trattoria. Eles estavam com um menu “turístico” que incluía uma entradinha, prato principal e sobremesa a um preço fixo bem em conta. Curtimos bastante.
Aproveitamos para passar num kiosko para o marido comprar um chip da Claro para o celular dele. Tínhamos pesquisado que era barato e bem fácil de usar, mas como eu não quis arriscar sem testar já saí do Brasil com meu chip da America Chip comprado e assim que chegamos no aeroporto instalei ele. Como sempre a instalação foi super tranquila, mas diferente dos EUA onde ele funciona muito bem, lá ele rateava um pouquinho. O chip da Claro que meu marido comprou funcionou perfeitamente. Ele comprou no kiosko, pagou 200 pesos, cadastrou pelo próprio celular seguindo as orientações que a menina do kiosko deu e depois fez as recargas pelo próprio celular e funcionou perfeitamente. Já vi algumas pessoas reclamando, mas com ele deu certo!
De lá passeamos pelo Centro Cívico, passamos pela Catedral de Bariloche e andamos até a placa de Bariloche no famoso Lago Nahuel Huapi (lindíssimo).



Caiu um temporal enquanto estávamos no Lago, então fomos até a Feirinha de artesanato na praça atrás do centro cívico (que é coberta) e adoramos os produtinhos artesanais.

Quando parou de chover fomos apenas passeando pela Rua Mitre conhecendo as famosas lojinhas. Fomos na famosa Rapa-nui, a loja de chocolate que além dos chocolates incríveis ainda tem uma pista de patinação dentro. Compramos vários chocolatinhos e alfajores (aliás, pra mim um dos melhores da região). Ainda voltamos lá outro dia para tomar um chocolate quente com uma das tortas maravilhosas.
Aproveitamos e fomos numa loja de aluguel de roupa de neve para alugar apenas o que faltava em nossa roupa. Já tínhamos levado a primeira e segunda camadas completas (roupas térmicas e fleeces) e botas de neve (algumas coisas já tínhamos e outras compramos na Decathlon ainda no Brasil). Mas na terceira camada, pro meu marido faltava a calça e pra mim faltava o casaco. (O meu casaco já era bom, mas eu quis pegar um que fosse tão quente quanto o meu mas que fosse um pouco mais leve).

A noite passamos na famosa Loja 10 empanadas e compramos umas empanadas para viagem para voltarmos para o apartamento e descansarmos para a maratona dos próximos dias. As empanadas eram muito boas, bem recheadinhas e a de bacon com ameixa foi uma das minhas preferidas.
Segundo dia – Dia de fazer o Circuito Chico de carro, por conta própria. Se tem um roteiro que você não pode deixar de fazer quando for a Bariloche é o Circuito Chico. Você passa por paisagens simplesmente deslumbrantes de tirar o fôlego e o fato de termos feito por conta própria de carro alugado foi ainda melhor por que fomos parando onde a gente queria, ficávamos o tempo que a gente queria em cada um dos lugares e ainda íamos descobrindo surpresas pelo caminho e parávamos aleatoriamente em lugares que não estarão nos mapas.
Várias agências fazem esse passeio, mas vi muitas reclamações de praticamente todas elas pelos motivos de sempre né? Não paravam nos melhores lugares, apenas nos óbvios, cobravam pacotes de fotos e quem não pagava nunca tinha direito a fotos nos melhores cantinhos dos lugares porque o guia ficava o tempo todo ocupando o melhor espaço apenas para quem contratou as fotos e quando ele liberava já era hora de ir embora (eles tem feito muito isso, o que acho péssimo)….e além disso são passeios que as pessoas acabam ficando mais tempo dentro do ônibus do que nos lugares. Enfim, as reclamações comuns de agências que nós já conhecemos e por isso somos um casal que só reserva pacote de passeio quando é extremamente necessário por questão de segurança (como foi em Embalse el Yeso no Chile , por exemplo) ou quando você só pode entrar no lugar se for com guia.
Clique aqui para ver em detalhes o nosso Roteiro pelo Circuito Chico de carro.

Terceiro dia – Dia de brincar na neve. Pegamos o carro e fomos até o estacionamento do Cerro Catedral, um dos maiores Cerros de Bariloche e com uma infra estrutura incrível. O local tem várias atividades para fazer e você precisa ir já com alguma definição do que pretende fazer por lá para não perder tempo. Principalmente, porque achei bem confuso entender as diferenças das atividades, onde comprar o que, como fazer cada uma…
Chegamos lá em cedinho, estacionamos (o estacionamento é pago) e fomos direto procurar a bilheteria para subir. Logo na entradinha do Cerro, antes de subir, tem diversas lojas e restaurantes, mas optamos por olhar tudo isso apenas no final do dia para aproveitar o máximo do tempo lá em cima.

Ah, uma dica: lá no Cerro também tem loja de aluguel de roupa de neve mas costumam ser um pouco mais caras.
No Cerro você pode fazer sua primeira aula de Ski, ou se já for uma pessoa que sabe esquiar pode escolher uma das pistas de acordo com o seu nível. Tem as pistas mais altas e mais baixas. Definir se você vai ou não esquiar é importante para definir em qual teleférico você poderá subir, pois pelo o que conseguimos entender lá você sobe apenas para fazer a atividade que informou lá embaixo no ingresso e fica limitado a aquele espaço específico para fazer o que se programou para fazer.
Como não iríamos esquiar a única opção que tínhamos era comprar ingresso para subir como “PEATONE”, o passe de pedestre que te dá direito a usar um teleférico fechado (meio frustrante pra mim, pois queria muito um teleférico aberto para ver a vista com mais liberdade) e lá em cima poderíamos decidir o que faríamos. Ao chegar lá em cima tinham 3 atividades que poderíamos fazer: caminhada na neve, bicicleta na neve ou skybunda por conta própria. Optamos por fazer apenas skybunda. Nós tivemos que alugar lá embaixo o equipamento antes de subir e a gente só descobriu isso porque vimos vária pessoas na fila já com eles na mão. Se soubéssemos teríamos alugado lá no centrinho de Bariloche que estava bem mais barato. Nós achávamos que o skybunda era organizado pela equipe do cerro e você pagava lá em cima pelo equipamento, mas não era. Você não consegue alugar isso lá em cima, nem comprar, então alugue antes de subir, porque se você tiver que descer terá que comprar outro ingresso pra subir de novo. O espaço para quem sobe como peatone é bem reduzido mas pra mim foi perfeito. Ver neve era um sonho pra mim. Já tínhamos ido ao Chile, mas como fomos no verão não pegamos o período de neve. Vimos um pouquinho de neve apenas. Realizei um sonho em Bariloche!

Fiz tudo que queria. Escorreguei de skybunda, fiz boneco de neve, brincamos de guerrinha de neve…tudo isso naquele lugar lindo e fantástico. Um pintura de Deus. Se tivéssemos optado por fazer a caminhada, teríamos passado por outros lugares ali na neve bem bonitos que estavam fechados para quem não pagou pela caminhada. Mas achamos o valor alto para o tempo de duração então optamos por ficar mais livres mesmo.

Ficamos lá em cima até quase o horário da última descida do teleférico. Iríamos comer no restaurante lá de cima, que era lindo, mas na hora que fomos lá eles só estavam servindo lanche e a gente queria muito almoçar.

Então descemos e comemos num restaurante de carnes lá embaixo. Parecia muito ser um restaurante pega-turista mas estava tudo muito gostoso por um preço bem razoável.


Voltamos para o centrinho de Bariloche antes de escurecer e como fizemos um almoço tardio fomos novamente na Rapa Nui para fechar o dia tomando um bom chocolate quente com tortinha. E simplesmente o dia foi perfeito.
Quarto dia – Dia de ir até Villa La Angostura, uma cidadezinha linda que fica a mais ou menos 1 hora de carro de Bariloche e que passa por uma das estradas mais lindas da região.
Primeiro, acordamos e tomamos um cafézinho no Gino Café, um cafezinho que já tínhamos conhecido no primeiro dia que chegamos em Bariloche e que tinha simplesmente uma das melhores medialunas da região. E quando saímos de lá adivinhem?? Estava nevando!! Gente, eu chorei de emoção! Sério! Nunca tinha visto nevar e na previsão do tempo tinha dito que não nevaria em nenhum dos dias que estaríamos lá mas Deus nos deu esse lindo presente. Demoramos um pouco para pegar a estrada até Villa La Angostura por causa disso. Ficamos um tempão no Centro Cívico apreciando a neve!

Saímos de lá já eram quase 10h da manhã e fomos apreciando a estrada maravilhosa até Villa la Angostura. Mesmo um pouco atrasados paramos em todos os lugares que quisemos na estrada.



Fomos direto para o Parque Nacional los Arrayanes. Lá você pode pagar para fazer o Circuito completo, mas não era nosso objetivo. Se quiser fazer isso tem que chegar cedo.


Mas nós fomos e conhecemos os dois lagos ali mesmo na entrada que já são perfeitos de tão lindos, mas também subimos e fizemos uma trilha para conhecer os Mirantes. A trilha não é muito longa mas cansa um pouco por ser íngreme. Então, não recomendo muito fazer se você estiver com crianças ou idosos.




De lá fomos para o centrinho, almoçamos num restaurante bem bonitinho de carnes (que nos atraiu pelo cheiro, aliás) Pioneros Parrilla, conhecemos as lojinhas e a feirinha de artesanato (que não achei tão boa quanto a do centro de Bariloche).


Iríamos tomar café por lá mas preferimos voltar antes que escurecesse e finalizamos nosso dia com um cafezinho na famosa Chocolateria Mamuschka na Rua Mitre no centrinho de Bariloche.
Quinto dia – Dia de partir para Buenos Aires. Primeiro, acordamos e estava nevando muito. Muito muito mesmo. Me senti em um filme de Natal. Foi muito emocionante ver toda aquela neve pela janela.


Fizemos o check-out no nosso airbnb para podermos ficar a vontade para tomar café (o horário de entrega das chaves era cedo) e estacionamos o carro num estacionamento privativo que tinha bem em frente. Fomos na Western Union que já tínhamos ido no primeiro dia e não tinha dinheiro lá…hehe. Procuramos qual seria a outra mais próxima e fomos até ela antes mesmo de tomar café para resolvermos logo essa questão. E deu tudo certo. Encontramos uma que além de estar vazia e ter dinheiro era do lado de um café super lindinho que com certeza não teríamos conhecido se não fosse por esse “pequeno perrengue”. Pra mim não foi perrengue, foi benção. Chegamos na cafeteria Belakay e simplesmente a melhor mesa estava sendo desocupada naquele momento. Sério, gente! Que presente. Tomamos um café delicioso com a neve caindo lá fora. Não tinha jeito melhor de finalizar essa parte linda da viagem.

Saímos de lá e demos a última voltinha no centrinho, feirinha de artesanato pra comprar as últimas lembrancinhas e pegamos o carro para partir até o aeroporto para a segunda parte da viagem em Buenos Aires.
Espero que vocês tenham curtido nosso Roteiro e que ele sirva para te ajudar a planejar sua viagem. E se quiser saber nosso Roteiro em Buenos Aires, é só clicar aqui.
Para acompanhar nossa próximas viagens me siga no instagram @priscilajardim_

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